Nos primeiros nove meses de operação em Manaus, o Grupo Estácio investiu R$ 1,5 milhão na melhoria da estrutura de suas duas unidades na cidade. Até o final deste ano, mais R$ 1 milhão será disponibilizado para aquisição de equipamentos e ampliação dos laboratórios. O anúncio foi feito pelo presidente do Grupo, Rogério Melzi, que esteve nesta semana, na capital amazonense.
De acordo com Rogério Melzi, o grupo tem trabalhado na aproximação com as empresas do Polo Industrial de Manaus (PIM), pois essa é uma parcela importante do mercado que precisa ser atendida. “Nós queremos atuar na formação da camada intermediária das empresas, que são aqueles profissionais que estão nos cargos de supervisor, buscando chegar à gerência ou direção das corporações”, afirmou.
O presidente destacou que o sistema “S” – formado pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai) e outras entidades – trabalha na formação do chamado “chão de fábrica” e as próprias empresas investem na capacitação de seus gestores. Segundo ele, a parcela de funcionários que atua em cargos intermediários não é atendida ainda em capacitação. É neste segmento que a Estácio quer atuar.
A vocação de Manaus para as áreas de gestão e engenharia faz com que a Estácio planeje ampliar sua atividade nesse campo. “Nós já oferecemos os cursos de engenharia civil e produção e vários na área de gestão. A intenção é ampliar esse leque de cursos nos próximos anos, pois entendemos que essa é a vocação da cidade, em função da Zona Franca de Manaus”, acrescentou.
O presidente informa que está em fase de aprovação pelo Ministério da Educação a instalação de um terceiro campus de graduação presencial e dois polos de Educação a Distância (EAD). “Manaus sempre apareceu nas nossas pesquisas como uma das três principais cidades para investir, portanto, temos trabalhado para ampliar e nos consolidar aqui”, declarou.

