A Universidade Federal do Amazonas não tem sido um centro de excelência, de formação de capital intelectual, nem uma incubadora do pensamento crítico. Sua capacidade de discutir as próprias limitações se esgotou. Há uma pobreza crônica - convenientemente jogada para debaixo do tapete.
O conhecimento científico e tecnológico é limitado. A formação universitária também é deficiente.
O próprio debate entre os diversos candidatos a reitor revela essa pobreza, que faz a universidade caminhar na contramão do conhecimento e do saber científico.
Fora Sylvio Puga, que falou sozinho, mas deu seu recado - os demais candidatos se perderam em propostas paternalistas.
O que se espera de uma universidade é a produção de conhecimento, a busca da excelência - que também tem o caminho das parcerias com empresas e instituições internacionais interessadas em estimular o saber científico.
Mas isso só ocorrerá quando seus administradores entenderem que a Universidade Federal do Amazonas não é uma instituição pública qualquer - é uma fábrica de oportunidades e de conhecimento.
Portanto, votar para reitor é importante. E votar em Sylvio Puga é mais do que uma opção por quem tem propostas inovadoras. É apostar em novos caminhos para uma Universidade que precisa sair de seus muros, compartilhar seus problemas e conhecimentos com a sociedade.

