Manaus/AM - A Associação dos Praças do Estado do Amazonas (Apeam), decidiu nesta terça-feira (13) que deve manter a paralisação dos policiais militares, mesmo após a promoção de mais de 2.000 deles pelo governador do estado Amazonino Mendes.
De acordo com a categoria, durante os próximos três dias, a começar dessa quinta (15), cerca de 6.000 PM’s vão cruzar os braços com o objetivo de reivindicar o pagamento dos salários atrasados, fardamento, colete balísticos e o principal: o fim da lei de promoções.
Segundo eles, a lei aprovada em 2014, atrasa a promoção por tempo de serviço dos trabalhadores e é considerada um retrocesso. Além disso, a Apeam diz que mesmo com a promoção de ontem, nem metade dos profissionais foram contemplados.
Conforme o órgão, além de Manaus, outras oito cidades do estado também devem ficar sem a proteção da PM, são elas: Coari Iranduba, Tabatinga, Tefé, Parintins, Manacapuru, Itacoatiara e Humaitá. Gerson Feitosa, presidente da Apeam, disse ainda que o governo já foi avisado e se prepara para colocar o exército nas ruas enquanto a greve durar.

