Em um dos trechos do depoimento, Ronaldo diz “que não acredita que os policiais tenham matado a vítima de forma premeditada, tampouco tenham plantado a arma no local”.
O promtoor diz ainda “que a história surgiu por meio de uma repórter, de que o revólver encontrado no quarto poderia ter sido colocado ali pelos próprios policiais para justificar o ocorrido, mas o depoente diz que não viu isso acontecer”.
O promotor revela ainda que após os dois últimos disparos que atingiram a vítima olhou para a cama e viu o revólver, próximo à mão esquerda de Ferrugem.
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Policiais indiciados
Mesmo depois de tomar o depoimento onde o promotor de Justiça, que acompanhou a operação, o corregedor auxiliar, delegado Alberto Isaías Ramires Filho, indiciou os policiais civis do Grupo Fera, Melquesedeque Sarah de Lima Galvão e Natan Alves Andrade, os autores dos disparos e que estão presos porte ilegal de arma.
No entendimento de Ramires, os policiais plantaram o revólver no local do crime. Fato que o Ronaldo Andrade, que estava no local desmente, mas seu depoimento não foi levado em consideração pelo corregedor auxiliar.
