O promotor de Justiça, Cândido Honório, continuará afastado de suas funções no Ministério Público do Estado do Amazonas, até o julgamento das ações movidas contra ele. A decisão foi tomada nesta sexta-feira pelo Conselho Superior do MP, que julgou três processos em desfavor do promotor. Honório passa a enfrentar, também, uma ação civil pública para perda do cargo.
Cândido responde um Processo Administrativo Disciplinar que apura o suposto envolvimento dele em esquema de vendas de alvarás de soltura e no plano para assassinar o ex-procurador geral de Justiça e hoje ministro do STJ, Mauro Campbell.
O Conselho determinou a abertura de uma ação civil pública para a perda do cargo.
O Conselho julgou favorável a representação e o promotor será comunicado ainda hoje do seu afastamento compulsório a partir do dia 31, quando termina uma outra pena já aplicada em procedimento anterior.
A representação pelo afastamento cautelar considera a ação penal pública, acolhida no dia 24 de junho de 2010, pelo Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas, onde Cândido Honório é acusado de fazer parte de uma organização criminosa identificada pela sigla “JWC”/ Segundo consta, a ORCRIM dava "cobertura" aos interesses financeiros do empresário Mouhamad Mourad, conforme declarações prestadas por Petrônio Sales de Aguiar e o pistoleiro Martini Martiniano, morto no interior de presídio do estado do Acre.
Cândido responde um Processo Administrativo Disciplinar que apura o suposto envolvimento dele em esquema de vendas de alvarás de soltura e no plano para assassinar o ex-procurador geral de Justiça e hoje ministro do STJ, Mauro Campbell.
O Conselho determinou a abertura de uma ação civil pública para a perda do cargo.
O Conselho julgou favorável a representação e o promotor será comunicado ainda hoje do seu afastamento compulsório a partir do dia 31, quando termina uma outra pena já aplicada em procedimento anterior.
A representação pelo afastamento cautelar considera a ação penal pública, acolhida no dia 24 de junho de 2010, pelo Pleno do Tribunal de Justiça do Amazonas, onde Cândido Honório é acusado de fazer parte de uma organização criminosa identificada pela sigla “JWC”/ Segundo consta, a ORCRIM dava "cobertura" aos interesses financeiros do empresário Mouhamad Mourad, conforme declarações prestadas por Petrônio Sales de Aguiar e o pistoleiro Martini Martiniano, morto no interior de presídio do estado do Acre.
