
Forró, salsa e mambo, e também balé clássico e dança do ventre, estão na programação da VII Mostra Núcleo SESI de Dança, que acontece nesta sexta-feira no Ginásio Domício Vellozo, no Clube do Trabalhador do Amazonas com entrada gratuita.
Pelo menos 100 alunos do SESI Amazonas e outros 25 bailarinos de grupos convidados participam da mostra, que reúne 25 trabalhos coreográficos, infantis e adultos. O espetáculo encerra as atividades do Núcleo de Dança do SESI em 2013.

Resultado do trabalho desenvolvido ao longo do ano pelas professoras do Núcleo, Sarah Masulo e Rafaela Oliveira, a mostra tem como destaque as cinco coreografias das turmas de “baby class”, formadas por alunas do SESI na faixa dos 4 aos 11 anos de idade. Outra atração é o Grupo da Terceira Idade do SESI, que apresentará quatro trabalhos, todos coreografados por Sarah Masulo.
A professora Rafaela Oliveira assina a maior parte das coreografias do balé clássico, incluindo três do “baby class”, como “A Bela e a Fera”, que abre o espetáculo, e “Alice no País das Maravilhas”, com a turma mais adiantada, além da coreografia para “Smooth Criminal” em cima da música de Michael Jackson, única representante do gênero jazz na mostra.
Entre os convidados, o grupo de dança do Centro de Artes da Universidade Federal do Amazonas e Cia de Dança do Ventre Nawaar apresentam dois trabalhos cada.
Um dos gêneros tradicionais na Mostra do Núcleo, a dança do ventre será apresentada em cinco coreografias ao longo do espetáculo.
Graduadas em dança pela Universidade do Estado do Amazonas, Rafaela e Sarah assinam pelo menos 15 coreografias no espetáculo. São de Sarah Masulo dois dos trabalhos apresentados pelos alunos do Programa SESI Atletas do Futuro, que utiliza a atividade física, principalmente por meio do esporte, para promover a educação e a inclusão social de crianças e adolescentes oriundos de famílias de baixa renda. Em Manaus, o SAF trabalha com alunos das escolas estaduais General Sampaio, no bairro São Jorge, e Myrthes Trigueiro, no Coroado.
Sarah considera sua atividade como professora de dança uma oportunidade de acompanhar o crescimento dos alunos, a maioria filhos de trabalhadores da indústria, em todos os sentidos, não apenas físico, mas também intelectual e artístico. Para a professora Rafaela, o ensino do balé clássico é o maior desafio no seu trabalho diário porque requer do professor e do aluno maior aprimoramento técnico. “Cada gênero tem o seu grau de dificuldade, mas o clássico exige mais dedicação tanto para quem ensina quanto para quem aprende”, diz Rafaela.





