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Mãe de policial assassinada faz protesto e volta a acusar tenente



A dona de casa Maria Hilda da Silva Lima,   que desde o dia 5 de março começou uma  peregrinação para provar que sua filha, a policial militar  Leidynina Luciane Silva de Araújo, 19 anos, foi morta pelo tenente  Pedro César da Silva Moreira, continua a sua luta. Na manhã desta terça-feira, portando faixas e cartazes, ela e as tias da vítima estiveram presente em um evento realizado pelo Fórum Permanente das Mulheres de Manaus, no auditório do Sales, na Constantino Nery.

“Minha filha foi assassinada de maneira covarde por um oficial da PM, que continua trabalhando nas ruas. Eles pensavam que iam me calar porque ele é PM, mas só a morte me cala”, disparou Maria Hilda, aplaudida pelas mulheres presentes.

No evento realizado para entregar o plano de propostas de mais de 40 entidades ligadas ao movimento feminista aos candidatos ao governo do estado, estiveram presentes  apenas Hissa Abrão, Herbert Amazonas e Luiz Carlos Sena.  Os organizadores registraram a  ausência de Omar Aziz,  Alfredo Nascimento e luiz Navarro.

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