15h58 – “Venho aqui com a consciência tranquila”, diz, ao iniciar seu discurso.
15h59 – “Nos mais de seis anos em que fui ministro, jamais houve um momento em que minha honra e minha lisura tenham sido questionadas. Em momento algum pedi ou determinei ação de que pudesse me envergonhar.”
16h01 – Nascimento diz ter saído do governo porque não teve o apoio prometido pela presidente Dilma.
16h05 – Diz que quando assumiu o Ministério dos Transportes, a pasta não tinha credibilidade e que quando assumiu o cargo, promoveu a retomada dos investimentos.
16h06 – O ex-ministro diz que no período eleitoral viu brotar “calúnias de origem não identificadas”, que não mereceram a atenção da mídia nacional. Segundo ele, as mesmas denúncias que agora foram feitas.
16h08 - Alfredo Nascimento diz sentir ‘profundo pesar’ ao ver o nome de seu filho envolvido nas denúncias. Explica o caso. Segundo ele, o crescimento da empresa de seu filho, Forma, que saltou de um capital inicial de R$ 50 mil para mais de R$ 50 milhões no ano seguinte. Segundo ele, esses recursos foram adquiridos junto a terceiros. De acordo com ele, seria preciso calcular a diferença entre ativos e passivos da empresa do filho. Diz Nascimento que a empresa foi vendida por R$ 2 milhões, real preço da empresa, valor dividido entre ele e seus sócios.
16h13 – Nascimento diz que ataques partiram de Ronaldo Tiradentes, empresário de comunicação e adversário político do ex-ministro. Ele diz que Tiradentes induziu o jornal O Globo em erro ao fazer a denúncia contra seu filho.
16h16 – “O ministério que deixei em 2010 é diferente do que assumi”.
16h20 – Nascimento lembra reunião sobre o PAC em 24 de junho, onde, segundo a revista Veja, a presidente afirmou que o Ministério precisava de babá. Criticou o fato de a revista não ter sido desmentida pela presidente.
16h26 – Nascimento diz que todas as medidas tomadas por ele, como a suspensão de licitações e os afastamentos de auxiliares foram combinadas com a presidente. Segundo ele, sempre tomou todas as medidas para combater irregularidades.
16h28 – “Jamais deixei de determinar investigações”, afirma. Segundo ele, a única denúncia que recebeu em todos os anos que foi ministro foi sobre a obra na única BR 340, em Minas Gerais, e que encaminhou o pedido do deputado Julio Delgado (PSB-MG) para averiguar o que acontecia.
16h30 – “O Partido da República faz parte do processo de mudança conduzido pelo ex-presidente Lula e agora continuado pela presidente Dilma. Fomos o primeiro partido a apoiar a presidente Dilma. Dilma era a pessoa que reunia e reúne as qualidades necessárias para dar continuidade a esse projeto”, afirma. Nascimento diz que a indicação de nomes pelos partidos é uma prática usual em nosso País e que a aprovação dos nomes exige a aceitação desses nomes pela Presidência. “Em momento algum determinei a prática de atos lesivos aos cofres públicos ou agi em nome de interesses partidários”, acrescenta.
16h34 – “ Muito foi dito sobre o trânsito do deputado Valdemar da Costa Neto. Nunca vedei o acesso dele ou de qualquer outro parlamentar que tenha me procurado. Meu gabinete nunca se fechou sequer a qualquer parlamentar de meu partido ou de outro partido, mesmo da oposição”, diz.
16h36 – “Volto a negar veementemente as acusações que foram lançadas contra mim. Fui julgado e condenado sem que pudesse me defender. Minha trajetória de 30 anos como gestor público não foi levada em consideração”, lamenta. Nascimento relata o pedido feito por ele mesmo à Procuradoria Geral da República para que seu caso fosse investigado.
16h39 – “O Partido da República não é lixo para ser varrido da administração pública. Temos alguns dos defeitos e virtudes de todos os partidos desse País”, diz. “Somos um grupo de sete senadores e 40 deputados que participamos com lealdade. Acreditamos no governo da presidenta Dilma”, emenda. “Eu não sou lixo, meu partido não é lixo, nós somos homens honrados.”



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