Início Amazonas Leandro Guerreiro depõe e é chamado de assassino pela viúva de policial. Veja fotos
Amazonas

Leandro Guerreiro depõe e é chamado de assassino pela viúva de policial. Veja fotos

Um ano depois de matar o policial Raylen Caldas Gomes e faltar a várias audiências, o empresário Leandro Guerreiro depôs nesta segunda-feira no    2ª Tribunal do Júri. A viúva do policial assassinado, Maria do Socorro Caldas Gomes, que esperava Leandro, o recebeu com gritos de "de assassino, assassino!". Seguranças usaram guarda-chuva para tentar impedir que o empresário fosse fotografado.  Leandro, que havia declarado que cometeu o crime sob forte comoção, pois dias antes sofrera um assalto na Loja Word Micro e que teria registrado o caso, acabou desmentido pelo delegado da DRF, Orlando Amaral, segundo o qual o empresário nunca registrou nenhum assalto a sua loja.


Finalmente o empresário Leandro Guerreiro compareceu ao 2ª Tribunal do Júri para depor no processo no qual  responde pela morte do policial civil  Raylen Caldas Gomes,  com um tiro no rosto no final da manhã do dia 2 de dezembro do ano passado. O comparecimento do acusado foi marcado por confusão,  principalmente na saída, quando seguranças tentaram de todas as formas  impedir que ele fosse fotografado.

Os seguranças de Leandro usaram até um guarda-chuva para impedir que o patrão fosse filmado.  tanto na chegada quanto na saída. Numa atitude inédita do juiz do caso, Hugo Levi, os seguranças  tiveram  autorização para entrar  na sala de audiência e sair  com o guarda-chuva aberto para proteger o patrão.

Aos gritos, a esposa do policial assassinado, Maria do Socorro Caldas Gomes, afirmava : “você é um covarde, mas irá pagar por matar um pai de família”.

De acordo com o policial James Figueiredo, que esteve  o tempo todo ao lado da viúva,  para deixar o Fórum Ministr Henoch Reis  Leandro  contou com ajuda de um assessor particular do juiz Hugo Levy. “Ele deixou até o segurança entrar com o guarda-chuva para evitar as fotos" . 



Entenda o caso

O policial civil Raylen Caldas  foi morto depois de discutir com um segurança da Loja Wolrd Micro, pertencente  a Leandro Guerreiro. O investigador adentrou a loja de informática com a intenção de falar com o patrão do vigilante que sacou de um revólver para intimidar um flanelinha.

De acordo com a esposa da vítima, Raylen  se identificou na entrada da loja e quando chegou a falar com o gerente oi morto com um tiro a queima roupa disparado por Leandro.

O empresário usou como álibi que teria sofrido um assalto cerca de um mês  antes, e disse que foi a Delegacia de Roubos e Furtos. Hoje o delegado, Orlando Amaral prestou depoimento e revelou ao juiz Hugo Levy  que o empresário esteve lá mas não fez nenhum registro de assalto.

Siga-nos no

Google News
Quer receber todo final de noite um resumo das notícias do dia?