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Amazonas

Indicadores de qualidade serão usados para reduzir gastos no TJAM

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O Índice de Satisfação do Cliente com o Tribunal de Justiça do Amazonas, segundo a desembargadora Graça Figueiredo,  é de 56,21%,  mas a prestação jurisdicional deixou a desejar nos itens cumprimento de metas e tempo de tramitação dos processos. “Está muito ruim, temos que trabalhar para avançar mais e reduzir esse nível de insatisfação”, comentou a desembargadora, que participou nesta segunda-feira, dia 27, de uma reunião com todos os diretores de departamentos do tribunal – um total de 52 profissionais.

Ao lado do corregedor-geral de Justiça, desembargador Flávio Humberto Pascarelli, Graça Figueiredo assistiu à exposição e discussão dos números do relatório da pesquisa feita em todos os setores do TJAM, fórum por fórum, apresentado pelos diretores da Divisão de Gestão da Qualidade, Bruno Oliveira e Cristina Matos. A reunião teve como objetivo, analisar criticamente os indicadores de desempenho dos setores/áreas administrativas do TJAM, análise esta referente aos resultados do 1º Semestre de 2015.



A Divisão de Qualidade apresentou todos os indicadores, com o respectivo resultado obtido e meta. A desembargadora-presidente, ao analisar os dados, definiu planos de ação para minimizar os resultados abaixo da meta, e maximizar os resultados considerados satisfatórios. Tudo isto com o intuito de assegurar a constante eficiência dos serviços do TJAM e sensibilidade com as contas públicas, exemplo: Indicador de Consumo de Energia, Indicador de Consumo de Água, Indicador de Consumo de Papel, Indicador de Correios, Indicador de Absenteísmo, Indicadores Orçamentários, etc.

Na oportunidade, a Divisão de Qualidade também apresentou os resultados referentes a Pesquisa de Satisfação do Cidadão Usuário - 1º Semestre de 2015. Que também teve a definição de Plano de Ação, por parte da desembargadora, como adoção de medidas para acelerar a resolução dos processos judiciais.

A realização da reunião evidencia o envolvimento e comprometimento da presidente e de todos os diretores da área administrativa, para com a melhoria e eficiência dos serviços do TJAM.
Como reduzir a conta

A amostragem abordou itens como atendimento ao público, gastos, desperdícios e ações que poderão reduzir as contas do Judiciário no consumo de energia, água, material de expediente e controle do absenteísmo, que é o ato de se abster de alguma atividade ou função na repartição.

De acordo com a desembargadora-presidente, uma das metas é avaliar com mais rigor e exigência os pedidos de licença médicas e atestado para justificar faltas.

"Controlar absenteísmo será uma de nossas metas para atingir maior desempenho na prestação de serviço. Se torna também um desafio em função dos impactos financeiros que ele (o absenteísmo) produz", avaliou a presidente do TJAM.

De 8h às 10h15, a presidente, o corregedor-geral e os diretores de departamentos avaliaram os números da pesquisa apresentados pelo chefe do Núcleo de Serviços Judiciais da Qualidade, Bruno Oliveira, nas áreas de consumo de energia, gastos com Correios, consumo de água, gastos com passagens e diárias (são realizadas de 4 a 5 correições/mês no interior), rotatividade (lotação e relotação) nos setores e alteração orçamentária.

"Olha que já fizemos muitos ajustes desde o início de nossa administração, mas vamos ter que fazer outro “aperto” para reduzir custos. Estamos no meio de uma crise econômica e não estou disposta a ficar de pires na mão dependendo do Executivo. Acho isso vexatório!", reforçando aos diretores que “vou precisar da ajuda e compreensão dos senhores”.

Na segunda parte da reunião, foram avaliados os números do relatório sobre a Pesquisa do Grau de Satisfação do Cliente. O resultado aponta para um elevado grau de satisfação em relação à limpeza e atendimento nos fóruns. Mas houve cobrança na estrutura de acessibilidade aos Portadores de Necessidades Especiais (PNE) e lentidão na tramitação dos processos.

“Com a ajuda da corregedoria, vamos continuar realizando essas pesquisas internas e perseguir essas metas, para reduzir custos e melhorar no atendimento ao público e na prestação jurisdicional", adiantou a desembargadora Graça Figueiredo.

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