O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, devolveu para ser colocado em pauta de julgamento os autos do mandado de segurança interposto pela juíza Ana Paula de Medeiros Braga, que tenta anular Processo Administrativo Disciplinar que tramita no Conselho Nacional de Justiça.
Fux pediu vista dos autos na sessão do Pleno do STF no dia 16 de março depois da relatora da matéria, ministra Ellen Gracie, denegar a ordem da segurança e determinar que Ana Paula seja incluída no PAD do CNJ.
Com pedido de vista, Ana ganhou mais de 60 dias de fôlego. A juíza aparece como envolvida no escândalo descoberto no decorrer da “Operação Vorax”, em 2004.
No processo, o parecer do procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, acusa Ana Paula de não ter tido o decoro necessário em dignificar a justiça, além de pedir a sua aposentadoria compulsória.
A ministra Ellen Gracie considerou que as interceptações telefônicas utilizadas no PAD contra a juíza eram legais e também acatou o parecer do Ministério Público Federal.
Em seu voto, a ministra lembrou que a juíza foi a acusada de receber passagens áreas e outros agrados do ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro, inclusive a conta de seu celular era paga pelo grupo de Adail , assim como o aluguel do flat onde morava, no valor de R$ 2 mil.
Fux pediu vista dos autos na sessão do Pleno do STF no dia 16 de março depois da relatora da matéria, ministra Ellen Gracie, denegar a ordem da segurança e determinar que Ana Paula seja incluída no PAD do CNJ.
Com pedido de vista, Ana ganhou mais de 60 dias de fôlego. A juíza aparece como envolvida no escândalo descoberto no decorrer da “Operação Vorax”, em 2004.
No processo, o parecer do procurador Geral da República, Roberto Monteiro Gurgel Santos, acusa Ana Paula de não ter tido o decoro necessário em dignificar a justiça, além de pedir a sua aposentadoria compulsória.
A ministra Ellen Gracie considerou que as interceptações telefônicas utilizadas no PAD contra a juíza eram legais e também acatou o parecer do Ministério Público Federal.
Em seu voto, a ministra lembrou que a juíza foi a acusada de receber passagens áreas e outros agrados do ex-prefeito de Coari, Adail Pinheiro, inclusive a conta de seu celular era paga pelo grupo de Adail , assim como o aluguel do flat onde morava, no valor de R$ 2 mil.

