Manaus/AM - Em nota encaminhada ao portal do Holanda, a Federação Árabe Palestina do Brasil, emitiu nota sobre o protesto ocorrido nesta quinta-feira (10), na Ufam, em Manaus, durante o “I Seminário Ajuricaba de Liberdade na Amazônia”, que abordou o regime de Apartheid na Palestina.
Em nota, a Fepal citou André Lajst como “notório propagador do ódio aos palestinos” e afirmou que os defensores do evento, são em sua maioria supremacistas que no Brasil promovem a intolerância e o discurso de ódio, utilizaram a cartada de sempre para defender o evento e acusar “perseguição”: “antissemitismo”. Além disso, a Fepal ressaltou que crimes de lesa-humanidade, como o crime de Apartheid, imposto ao povo palestino pelo regime supremacista israelense, não se debatem, mas se denunciam e combatem, para que seus patrocinadores e operadores sentem nos bancos dos réus e recebam as condenações tipificadas no Direito Internacional.
Confira a nota na íntegra:
Além da nota, a Fepal emitiu ainda um ofício pedindo a interdição do Auditório Rio Amazonas da Ufam, para que não dê continuidade ao seminário. Confira o ofício abaixo




Veja também:
Aluno é detido pela PF durante protesto em evento na Ufam; vídeo
Vídeos mostram confusão e correria após estudante ser detido pela PF na Ufam


