O presidente da Fenapef também destacou a culpa do diretor - geral da Polícia federal, Luiz Fernando Corrêa, frisando que quando ele assumiu o comando da corporação contava com apoio de agentes, escrivães e papiloscopistas, mas se afastou dos policiais. “Os colegas morreram porque não existem recursos para comprar equipamento de ponta, mas dinheiro para remoções e viagens para Europa de alguns delegados não falta na gestão desse DG".
Wink também criticou a forma como é produzido um inquérito policial na Polícia Federal, que mobiliza muitas pessoas. Segundo ele, um IPL absorve o trabalho de 10 policiais que irão se dedicar a produzir burocracia. “Na missão para conter os traficantes foram designados apenas sete policiais”, denunciou. Para ele a atividade fim da polícia, que é proteger a sociedade, está sendo deixada de lado. “A PF está sendo transformada em uma imensa máquina de produzir papéis, enquanto isso a cocaína e os fuzis entram por nossas fronteiras”.
Fonte: Agência da Federação Nacional dos Policiais Federais
