“Eles apresentaram para comprovar a capacidade técnica uma declaração da venda de urnas e outros serviços à prefeitura de Rio Preto da Eva”, informou Viana, afirmando que no documento assinado pelo prefeito Fullvio da Silva Pinto, com data de 8 de novembro, está escrito Manaus e não Rio Preto da Eva. “É muito estanho você assinar um documento onde era para constar Rio Preto da Eva e está Manaus”, o que pode indicar fraude, denuncia o presidente do sindicato.
Com relação a outra vencedora do certame, a Vanraf, consta na denúncia encaminhada pelo sindicato ao Ministério Público, que o contrato social foi adulterado para constar o “comércio de urnas funerárias”. De acordo com Manoel Viana, no contrato da empresa na Junta Comercial não consta nenhuma alteração.
Outra suposta fraude cometida pela distribuidora de bebidas que ganhou a licitação para a venda de urnas funerárias é o horário da abertura do pregão, que ocorreu às 09h do dia 14 de dezembro, enquanto que nos documentos com a alteração contratual consta a autenticação do cartório as 10h01. “Como eles poderiam participar se o pregão abriu as nove”, questiona o sindicalista.

