De acordo com o presidente do Sindicato das empresas Funerárias do Estado do Amazonas, Manoel Viana, morrem por ano em Manaus 8.760 pessoas. É um número alto, o que torno o mercado de caixões um dos mais promissores do município. Mas as 20 funerárias formalmente estabelecidas na cidade poderão fechar suas portas. A compra de 7.656 urnas pela prefeitura deixa apenas 1104 caixoes para as empresas, o que dá uma média de 55 para cada uma em 12 meses.
“Como irão sobreviver as funerárias”, pergunta Viana, afirmando que não morrem em Manaus "esse grande número de necessitados".
Com o coração na mão e de olho no bolso, que pode esvaziar, o risco mesmo é os empresários do setor acabarem sofrendo um infarto e inchar as estatisticas de mortes em Manaus, acabando usufruindo de caixões fornecidos por empresas de bebidas.