Manaus/AM - O Departamento Estadual de Trânsito do Amazonas (Detran-AM) esclareceu que não é verdade que o diretor-presidente do órgão, Rodrigo de Sá, será afastado do cargo pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM).
O TCE proferiu decisão para que o Detran-AM recredencie, em 15 dias, uma empresa de vistoria veicular que perdeu o direito de atuar por graves irregularidades apontadas em seis processos administrativos do órgão de trânsito.
Na decisão cautelar do Tribunal de Contas, o julgador, o conselheiro-presidente Mário Mello, determinou apenas as possibilidades de punições em caso de descumprimento da medida, entre elas a aplicação de multa, decretação de indisponibilidade de bens e, por fim, o afastamento do cargo, nesta ordem, informa o documento.
O julgador afirma que, por ser cautelar, a decisão pode ser mudada por meio de recurso a ser analisado pelo TCE, diz o órgão de trânsito.
O Detran-AM informa, também, que só foi notificado da atual decisão na manhã desta segunda-feira (11/01) e já está tomando as medidas jurídicas cabíveis acerca da decisão do TCE-AM.

