Para o deputado, se o Amazonas fosse uma empresa, estaria tecnicamente em concordata. Ele lembrou que foram cancelados empenhos no valor de R$ 600 milhões e que o vão da ponte sobre o rio Negro - que falta concluir - é uma visível carta de seguro do não recebimento de R$ 253 milhões de obras executadas, medidas e não pagas pelo governo.
A mais grave observação feita pelo parlamentar foi o fato de, segundo ele, o Amazonas estar com pendências com a previdência e o FGTS, o que impediria o aporte de recursos federais.
"Mesmo que o governo federal queira enviar recursos para o Amazonas, não pode, advertiu o parlamentar, que pediu que o governador Omar Aziz fizesse cortes em cargos comissionados e reduzisse drasticamente os gastos com pessoal.
- Esse será um ano difícil. Um ano que não permitirá erros nem desperdícios advertiu o parlamentar, que também defendeu o corte de repasses as ongs.

