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Amazonas

Combate ao Aedes aegipty chega a 17 bairros de Manaus

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A partir da próxima segunda-feira, 10, a Secretaria Municipal de Saúde (Semsa) vai intensificar as ações de combate ao Aedes aegipty, visando reduzir os riscos de transmissão de Dengue e Chikungunya em 17 bairros, considerados de maior vulnerabilidade na cidade. A abertura oficial dos trabalhos será às 8h, na sede do Distrito de Saúde (Disa) Leste, localizado na rua Rosas, nº 1, Jorge Teixeira, zona Leste de Manaus.



A estratégia de controle será executada por 188 agentes de endemias que farão visitas casa a casa para identificar, eliminar ou tratar criadouros de mosquitos. As equipes também irão orientar os moradores quanto aos sinais e sintomas dessas duas doenças, visando o diagnóstico precoce e o tratamento imediato de possíveis doentes.

As ações serão realizadas de forma simultânea e integrada. Os agentes estarão em todos os bairros prioritários ao mesmo tempo e farão, na mesma visita, o trabalho de vigilância e educação em saúde. 

Manaus registrou, nos primeiros meses de 2015, o total de 2.124 casos de dengue. Outros 16 casos de febre Chikungunya foram confirmados, sendo cinco deles com transmissão autóctone (local), aguardando confirmação do Instituto Evandro Chagas (laboratório de referência nacional para a região Norte).  Os dois tipos de vírus são transmitidos pelo Aedes, que também é o vetor do Zika vírus, cuja presença ainda não foi notificada no Amazonas. Apesar da redução de 39% no registro da dengue em relação ao mesmo período do ano passado, a introdução de Chikungunya e o risco de surgimento de Zika colocaram as autoridades municipais de saúde em alerta.

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Dos 17 bairros onde serão intensificadas as ações, oito são considerados de muito alta vulnerabilidade (Cidade de Deus, Jorge Teixeira, Tancredo Neves, São José, Zumbi, Coroado, Aleixo e Adrianópolis), dois de alta vulnerabilidade (Nova Cidade e Educandos) e sete de vulnerabilidade moderada (Gilberto Mestrinho, Armando Mendes, Colônia Antônio Aleixo, Vila Buriti, Betânia, Colônia Oliveira Machado e Vila da Prata). 

Nestas localidades existem 227 mil imóveis e a meta da Semsa é que as ações preventivas atinjam todos eles até o mês de outubro, quando um novo Levantamento Rápido de Índices para Aedes aegyphti (LIRAa) será realizado para  avaliar os resultados do trabalho e definir as novas áreas de intervenção prioritária.

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