Amazonas transferiu mais de 3,6 mil pacientes com Covid em menos de 40 dias
Manaus/AM - Ao todo, 3.689 pacientes de leitos de menor complexidade foram transferidos para os de maior complexidade, entre 1º de janeiro a 7 de fevereiro no Amazonas. A expectativa é de que a rotatividade aumente uma vez que o Estado está ampliando a oferta de leitos.
As remoções foram aéreas e terrestres, tanto para leitos clínicos quanto para leitos de UTI, e ocorreram entre unidades da capital; entre unidades do interior e de Manaus e do Amazonas para outros estados. Nos casos das remoções interestaduais, as transferências contaram com o apoio do Governo Federal por meio do Ministério da Saúde e Força Aérea Brasileira (FAB).
Conforme o governo do Amazonas, a remoção de pacientes que estão em UPAs e SPAs é a prioridade um, porque essas unidades têm menor estrutura de suporte à vida. Outro critério da classificação de risco é o risco de morte do paciente. A regra é que o paciente mais grave tenha prioridade sobre o menos grave, porém esse paciente precisa estar estabilizado para ser removido. Se estiver instável, aguarda-se a sua estabilização.
Também existem critérios para a remoção de pacientes da rede privada para a rede pública.
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