Manaus/AM - O Amazonas ficou entre os oito Estados com a maior taxa de desocupação em 2023, com 9,9%, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD Contínua). No país, a taxa anual de desocupação foi de 7,8% em 2023, o que representa uma queda de 1,8 ponto percentual (p.p.) frente à média do ano anterior.
Com a atual taxa, o Amazonas ficou na oitava posição entre as Unidades da Federação. Pernambuco teve o pior resultado, com 13,4%, enquanto Rondônia teve o melhor com 3,2%.
O nível de ocupação se caracteriza pelo percentual de pessoas ocupadas na semana de referência em relação às pessoas em idade de trabalhar. Nesse indicador, em 2023, o Amazonas teve média de 55,1%, o que representou 2,5 pontos percentuais abaixo da média nacional (57,6%), mostrando que o quantitativo de pessoas ocupadas é o 13º do país.
Das 27 UFs, 25 registraram queda no número de desocupados, com destaque para o Acre (-45,7%), o Espírito Santo (-34,1%) e o Maranhão (-29,7%). Nesse mesmo período, Mato Grosso do Sul ficou estável (0,0%). Já em Roraima, a população desocupada cresceu 38,5%. Os estados com maior contingente de desocupados eram São Paulo (2,0 milhões), Bahia (922 mil) e Rio de Janeiro (914 mil).
Trabalho informal - A pesquisa também mostra que, em 2023, entre as pessoas de 14 anos ou mais, e que estão em idade de trabalhar, 54% atuavam na informalidade no Amazonas. A taxa ficou maior 1,7 ponto percentual do que a da região Norte e 14,8 pontos percentuais maior que a do país.
No ranking entre as Unidades da Federação a taxa se destaca como a quarta maior, só perdendo para Maranhão (56,5%), Pará (56,5%), Piauí (54,4%). A menor taxa de informalidade registrada foi do Estado de Santa Catarina (26,4%).



