A lentidão da Justiça e da Polícia Federal em apurar denúncias contra politicos levou o juiz convocado do   Tribunal Regional Federal da Primeira Região, José Alexandre Franco, a decretar a prescrição de uma acusação de peculato contra o hoje prefeito de Manaus, Amazonino Mendes, que na época da acusação era governador do Amazonas.


O inquérito foi instaurado para apurar "a suposta prática de irregularidades concernentes ao convênio n° 6/96 tendo por objeto a aquisição de máquinas e equipamentos para fomentar a produção primária no interior do estado.


De acordo com o juiz, o crime de peculato, cuja pena máxima é de 12 anos, prescreve em 16 anos, nos termos do art. 109, II, do C.P.B. E como o investigado Amazonino Mendes, que já conta com mais 70 anos de idade, o prazo prescricional é reduzido pela metade, ou seja a acusação contra o gestor já prescreveu há tempos.

NULL


Quer anunciar?

Clique aqui e solicite nosso Mediakit.

Você pode também conferir o certificado de auditoria
clicando no botão abaixo.

Portal do Holanda é auditado pelo IVC