Sob curadoria da escritora Ana Squilanti, a Flic propõe um diálogo dos modernistas da época com os nossos tempos e coloca no centro da edição uma personagem que, historicamente, ficou à margem dos modernistas: Pagu. Patrícia Rehder Galvão (1910-1962), que tem sua obra relançada pela Companhia das Letras, teve importância para o movimento antropofágico, anos após a Semana, ao lado de Oswald de Andrade, de quem foi parceira.
"Nossa proposta no debate sobre os territórios, sobre os corpos, sobre as vozes e o que está sendo dito no nosso 2022. É importante que olhemos para o passado para conseguir enxergar nosso presente e futuro e foi esse exercício que tentei aplicar à curadoria do festival", comenta Squilanti, que organizou a programação com nomes como Adriana Armony, Monique Malcher, Clara Averbuck, Giovana Madalosso, Leonardo Piana, entre outros.



