Tudo começou em 2008, quando ela decidiu dar um tempo no casamento, justificando que a relação precisava de mais paixão e espontaneidade. A situação piorou quando o marido passou por uma vasectomia, mesmo ela tendo deixado claro que gostaria de ter filhos. Em sua obra, Robin disse recusar morrer sem ter tido filhos e tendo feito sexo com apenas quatro pessoas. “Se eu não posso ter uma coisa, vou ter a outra”, diz ela em seu livro.
Basicamente o acordo funcionava assim: Robin poderia sair de casa de segunda à sexta-feira, para manter relações sexuais com quem tivesse vontade. Aos finais de semana, ela permanecia em casa. O acordo, para funcionar, precisava respeitar três regras fundamentais: não dormir com amigos, não entrar em um relacionamento sério com ninguém e não fazer sexo sem camisinha.

Tudo começou quando Robin publicou um anúncio em um site de relacionamentos, dizendo estar em um casamento aberto e à procura de homens solteiros que a ajudassem a explorar sua sexualidade.
Após o fim da experiência, Robin voltou para casa, mas seu casamento tinha ido por água abaixo. Ela descobriu que estava apaixonada por um dos homens que conheceu durante seu ano sabático e acabou ficando com esse novo amor, com quem já está há cinco anos.
O ex-marido de Robin também já encontrou uma nova parceira e, no final das contas, a história virou um livro que foi analisado como uma mistura de “50 Tons de Cinza” com “Comer, Rezar, Amar”.


