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Manias e superstições: estrelas de cinema, jogadores de poker e seus amuletos da sorte

De pares de tênis a anéis de madeira, uma série de objetos e rituais fazem toda a diferença na hora de garantir que tudo ocorra bem em um momento especial. Pelo menos é o que pensam estas celebridades. 


Quando o assunto é sorte, há sempre quem tenha uma receita infalível para se garantir. Um ritual, um amuleto, uma oração... O ser humano é complexo e excêntrico por natureza, o que se reflete também no modo como reage às mais diversas situações. Em se tratando de superstições,  nem as celebridades escapam . Há quem tenha fobia de números, de gatos pretos, de determinadas datas, entre muitas outras possibilidades.

Famosos do mundo do cinema e dos esportes, por viverem constantemente debaixo dos holofotes, parecem estar ainda mais sujeitos a essas influências. Certos segmentos, inclusive, são bastante reconhecidos por acreditar em amuletos e rituais.

É bastante comum que as estrelas de Hollywood e os jogadores de poker apresentem  manias e superstições  bem parecidas, por exemplo. Entre elas, a crença nas repetições de padrão em certas atividades ou de comportamento como a base para o sucesso de suas empreitadas.

Até mesmo ocasiões rotineiras, como entrar em um avião, podem se transformar em oportunidades para um pedido mental de proteção divina. Afinal, nunca se sabe o que pode acontecer e (quase) nenhuma atitude é exagero quando se trata da segurança pessoal.

É o que acredita a atriz Jennifer Aniston, a eterna Rachel do seriado Friends e recém-premiada como melhor performance em drama por The Morning Show. Toda vez que viaja, ela faz questão de entrar no avião com o pé direito e dar um tapinha do lado de fora da porta da aeronave. Nada muito radical, apenas a título de prevenção. Vai que...

Erro de interpretação

Também preocupado com rituais, Benicio Del Toro usa sempre um anel que tem um detalhe em madeira. Amuleto? Nada disso: é para sempre ter a oportunidade de dar três batidinhas na madeira quando a falta de sorte o ameaçar.

Já com o jogador de poker Johnny Chan, o que parecia um amuleto era na verdade um objeto de utilidade prática. Seu hábito de carregar uma laranja para um grande campeonato viralizou entre os colegas, que começaram a levar consigo as mais diversas peças para dar sorte. O que ninguém perguntou era a razão de Chan para ter uma laranja na mesa e o motivo era simplesmente neutralizar o cheiro do cigarro dos competidores.

Superstições têm razões próprias, difíceis de se questionar. A atriz Jessica Alba, de Quarteto Fantástico, chegou mesmo a envolver um círculo de amigos em suas crenças durante a gravidez. Na realização do “baby shower”, os convidados receberam da organização uma pulseira com recomendação para que não fossem retiradas até o dia do nascimento.  

Também há uma crença que ronda as competições de poker relacionada com partos e nascimentos. Tudo porque o jogador Mike Leah teria sido beneficiado pelas boas vibrações após o nascimento de seu primeiro filho, vencendo um grande torneio.

A mais famosa prática nos salões de jogos, no entanto, diz respeito à troca (ou não) de lugar e a utilização das mesmas peças de roupas. Neste último quesito, o mais famoso é o controverso e repetido visual de John Hesp, além do cachecol de Sebastian Sorensson. Entre os atores, repetir itens do visual também é uma estratégia comum: Patrick Dempsey está sempre com o mesmo par de tênis surrado em suas viagens de avião e Helen Mirren não abre mão de seus sapatos baratos a cada indicação para prêmios da crítica de cinema.

Entre os misteriosos, Cameron Diaz desponta com seu colar que é simultaneamente um protetor contra o mau-olhado e fonte de sua juventude. Como isso funciona, nunca saberemos. Já Cuba Gooding Jr., estrela de Meu Nome é Rádio e Cruzeiro das Loucas, prefere manter o mistério absoluto sobre suas superstições. Diz que carrega consigo um objeto que lhe protege em todas as situações sem, no entanto, revelar de que se trata. Uma prova de que superstições, crenças e manias têm razões próprias e muitas vezes incompreensíveis. E que devem ser sempre respeitadas, sem questionar. 

 

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