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Família reconhece corpo de mulher desaparecida em Angra

RIO DE JANEIRO, RJ (UOL/FOLHAPRESS) - Um corpo localizado na Restinga de Marambaia, na zona oeste do Rio de Janeiro, foi reconhecido por familiares como sendo o de Cristina Nogueira da Silva, de 48 anos, que desapareceu há mais de uma semana, após sair de barco em Angra dos Reis (RJ) com o ex-marido Leonardo Machado, de 50.

De acordo com o delegado responsável pelas investigações, Vilson de Almeida, o reconhecimento pela família foi feito por fotografia, e Leonardo continua desaparecido.

Uma tatuagem na perna possibilitou saber que se trata de Cristina, segundo o delegado.

"Os bombeiros localizaram o corpo de uma mulher na Marambaia e os familiares da Cristiane reconheceram por foto como sendo ela. Nós vamos aguardar a confirmação pelo médico legista, o corpo esta sendo encaminhado para o IML (Instituto Médico Legal) e vamos aguardar essa confirmação e continuar com as investigações. Continuam as buscas pelo Leonardo e vamos aguardar a perícia para definir os rumos da investigação", afirmou ele.

Almeida disse ao UOL que há suspeita de que o barco onde o casal estava tenha afundado, pois a embarcação não foi encontrada durante as buscas realizadas, e que "nenhuma linha de investigação está descartada".

O Corpo de Bombeiros havia localizado no domingo (29) um corpo na Marambaia, mas devido às condições do tempo e do mar, a mulher só foi retirada nesta segunda (30) da água.

A embarcação em que o casal estava era uma traineira que já havia pertencido a Leonardo. O casal pegou o barco para visitar a Lagoa Verde, em Angra dos Reis, cidade da Costa Verde do Rio, e desapareceu. Os dois saíram da Praia da Longa, em Ilha Grande, e deveriam ter retornado para a capital fluminense na segunda-feira (23).

Durante as buscas, o filho de Cristiane, Guilherme Brito, chegou a informar que a família perdeu o contato com a mãe às 10h de domingo (22). Os dois se falavam diariamente, segundo ele.

"A gente achou que fosse por causa do sinal, e que no dia seguinte conseguiria falar com ela. No dia seguinte, o motorista veio no Piratas [marina em Angra] encontrá-la para levá-la para o Rio de Janeiro e foi aí que começamos a nos desesperar", disse o filho na ocasião.

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