Tendência para o pós-pandemia, o turismo para “nômades digitais” tem ganhado cada vez mais espaço no mundo e a prova disso é a instalação da primeira vila nômade na América Latina, que será no Brasil, no Estado do Rio Grande do Norte, na Praia de Pipa. Pelo potencial que o Amazonas tem para o turismo, é bom ficarmos de olho nessa novidade para, também, atrairmos o público praticante da modalidade.
Os turistas nômades são os trabalhadores, em sua maioria estrangeiros, que exercem atividades profissionais de forma remota, têm vínculo empregatício em seus países de origem e podem exercer suas atividades de qualquer parte do mundo, sem a obrigatoriedade de “bater ponto”. Já sobre o por quê de o nosso Estado ser atrativo aos praticantes desse “estilo de vida”, a resposta é simples: temos o maior patrimônio natural do mundo, a Floresta Amazônica.
A primeira vila nômade digital ainda é um projeto piloto, mas acende o “sinal verde” de que devemos correr, se quisermos conquistar os turistas nômades. Falo isso porque para atender esse público, precisamos investir em uma boa conexão de internet — embora esses profissionais sejam praticantes de turismo, eles têm de trabalhar — segurança e tranquilidade.
Esses são fatores primordiais para avançarmos e fica o alerta ao Poder Público, que precisa fomentar o turismo local e começar a ver o setor como matriz econômica, fonte de renda para o Estado e mais emprego para a população. Somente neste ano, o número de nômades digitais deve chegar a um bilhão de adeptos no mundo e precisamos conquistar esses turistas.
Pelos “turistas nômades”, Turismo Eu Acredito!





