Estamos a menos de dois meses da posse de um novo presidente do país e a previsão é de que, em 2023, o Ministério do Turismo tenha um “caixa” de pouco mais de R$ 2,2 bilhões para investir no setor. Embora o valor seja bilionário e todo recurso seja bem-vindo para impulsionar o segmento, teremos um grande desafio pela frente e precisaremos de uma “ajudinha” dos deputados federais e senadores, por meio de emendas parlamentares.
Falo isso porque o turismo brasileiro, em especial o amazonense, tem um potencial enorme e precisa ser priorizado. Mas, para isso, muitas cidades turísticas no país, e isso inclui muitos municípios amazonenses, precisam de melhor infraestrutura — precisamos de aeroportos bem estruturados, atenção ao saneamento básico, mais aporte em promoção, pavimentação de ruas, estradas de qualidade e por aí vai.
Duas comissões no Senado já aprovaram emendas ao Orçamento Geral da União de 2023, que somam R$ 1,6 bi e podem favorecer o turismo brasileiro — R$ 1,5 bi para investimentos em infraestrutura turística e R$ 100 milhões para a recuperação e conservação de rodovias do Norte, contemplando a BR-319. Esse é um “plus” que poderá ajudar o turismo a se recuperar das sequelas da pandemia da Covid-19, mas precisamos de mais.
Quando falo de mais, me refiro a mais políticas públicas, de mais engajamento dos nossos representantes no Congresso e de união, independentemente de lado partidário. O turismo não pode ser negligenciado e precisa começar a ser visto como uma matriz econômica sustentável, da qual depende o emprego de milhões de brasileiros.
Destaco que o turismo é um setor poderoso e que, em 2021, contribuiu com mais de R$ 250 bilhões para a economia nacional. Desde já, sinalizamos que precisamos de mais investimento, mais atenção e, por isso, Turismo Eu acredito!




