Neste período de trégua da Pandemia da Covid-19, o turismo está de volta ao jogo e prova disso são os resultados alcançados com o turismo de eventos, do qual fazem parte projetos esportivos, shows e festivais. Para se ter uma ideia, os gastos dos brasileiros no segmento avançaram 85%, pelo quinto trimestre consecutivo, em relação ao ano anterior. Isso é animador!
O “preferido” da vez é a Copa do Mundo do Qatar. Embora o evento esteja em andamento no Oriente Médio, os brasileiros não pouparam esforços para ver os jogos de perto e o tíquete médio da compra de jogos atingiu o valor de R$ 4.766, 00. Esse foi apenas o gasto com ingressos, mas se colocarmos na balança as despesas com passagem aérea, hotel, alimentação e outras coisinhas mais, esse valor é muito maior, dá mais visibilidade à economia do local e, claro, ao turismo.
Ainda em se tratando de eventos, não podemos fechar os olhos para “festivais” como o Rock in Rio e o nosso Festival de Parintins, por exemplo. Os gastos com edição de 2022 do Rock in Rio aumentaram em 32% em relação à edição passada, enquanto o Festival de Parintins de 2022 teve os ingressos esgotados e a festa do Caprichoso e Garantido renderam à economia parintinense quase R$ 100 milhões. O show dos Guns N’ Roses, aqui na Arena da Amazônia, lotou e atraiu turistas nacionais e internacionais.
Não podemos esquecer que turismo de eventos movimenta toda uma cadeia, que vai além da venda de ingressos. Com ele, as empresas aéreas, o comércio, a indústria de serviços e até o pipoqueiro e o vendedor de cerveja e refrigerante lucram. O setor é uma máquina rentável e o Poder Público e os empresários não podem deixar de investir em atrativos que garantam, além do público, mais dinheiro em circulação no país e um turismo mais forte para todos.
Por um turismo de eventos sólido para o Brasil, Turismo Eu Acredito!


