30 Mar (Reuters) - A Starlink disse que um de seus satélites apresentou uma anomalia em órbita no domingo, levando à perda de comunicação com a espaçonave a cerca de 560 quilômetros acima da Terra e que o evento não representa um risco para missões.
O evento ocorre pouco antes do possível lançamento, em 1º de abril, da missão Artemis II, o primeiro voo de teste com tripulação no esforço multibilionário da agência espacial norte-americana, Nasa, para levar seres humanos de volta à Lua nesta década.
A análise mais recente mostrou que o evento não representa nenhum novo risco para a Estação Espacial Internacional, sua tripulação ou para o lançamento da missão Artemis II, disse a Starlink na rede social X nesta segunda-feira.
A empresa acrescentou que continuará a monitorar o satélite 34343, juntamente com quaisquer detritos rastreáveis, e coordenará com a Força Espacial dos EUA e a Nasa.
A Starlink está trabalhando com a SpaceX para "determinar ativamente a causa raiz e implementará rapidamente todas as ações corretivas necessárias".
A anomalia também não representou nenhum risco para a missão de transporte compartilhado Falcon 9 Transporter-16, que decolou na manhã desta segunda-feira, disse a Starlink. A missão foi projetada para implantar cargas úteis acima ou abaixo da constelação da Starlink.
A SpaceX, de propriedade do bilionário Elon Musk, presidente-executivo da Tesla, está se preparando para uma estreia no mercado de ações que poderá avaliá-la em até US$1,75 trilhão, o que marcará o maior IPO da história.
(Por Juby Babu)


