O excesso de peso também afeta cães e gatos e pode trazer consequências para a saúde. Alimentação em excesso, muitos petiscos, falta de exercícios e até características individuais estão entre os fatores que favorecem o problema.
Nem sempre um animal mais pesado está saudável. O ganho de peso pode aumentar a sobrecarga nas articulações, dificultar a movimentação e favorecer outras complicações.
A quantidade de comida precisa estar de acordo com o tamanho, idade e nível de atividade de cada pet. Petiscos e alimentos oferecidos fora da rotina também devem ser contabilizados.
“A obesidade deve ser vista como um problema de saúde, e não apenas de aparência. Mudanças no corpo, na disposição e no comportamento precisam ser observadas pelo tutor”, explica Raquel Souza, professora de Medicina Veterinária.
A rotina também faz diferença. Passeios e brincadeiras ajudam os cães a se manterem ativos. Para os gatos, brinquedos, arranhadores e atividades que estimulem a movimentação podem ajudar no controle do peso.
Entre os sinais de alerta estão ganho de peso contínuo, menor interesse por brincadeiras, dificuldade para se movimentar e redução da disposição.
O peso ideal deve ser acompanhado por um veterinário, que pode avaliar a condição corporal e indicar a alimentação e a quantidade adequadas para cada animal. Caso seja necessário emagrecer, a perda de peso deve acontecer de forma gradual e com acompanhamento profissional.
Manter consultas periódicas também ajuda a identificar alterações antes que elas se tornem problemas maiores.



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