Início Saúde e Bem-estar Dia do Medicamento Genérico: como consumidores podem economizar até 67%
Saúde e Bem-estar

Dia do Medicamento Genérico: como consumidores podem economizar até 67%

Dia do Medicamento Genérico: como consumidores podem economizar até 67%
Dia do Medicamento Genérico: como consumidores podem economizar até 67%

Há 25 anos, em 1999, o Brasil foi pioneiro ao aprovar uma legislação que permitia a comercialização de medicamentos genéricos, estabelecendo um novo momento na indústria farmacêutica. Esses medicamentos são bioequivalentes aos produtos de referência, ou seja, contêm os mesmos princípios ativos e têm a mesma eficácia, mas são comercializados com preço bem menor, aumentando consideravelmente a acessibilidade a tratamentos.

Desde então, o país celebra, em 20 de maio, o Dia Nacional do Medicamento Genérico. A data foi criada para ressaltar a importância dessa política de saúde considerada exitosa, embora ainda haja desafios na sua aplicação, como a desinformação a respeito da eficácia desse tipo de medicamento e o desconhecimento sobre seu funcionamento.

“A diferença entre o medicamento de referência e o genérico é somente o nome de marca da indústria, pois ambos precisam ter o mesmo princípio ativo, a mesma fórmula. Com isso, sabemos que o genérico é confiável e possui eficácia comprovada, causando os mesmos efeitos terapêuticos vistos no medicamento de marca”, explica o supervisor farmacêutico da rede de farmácias Santo Remédio, Arthur Emídio.

Desde a aprovação da Lei dos Genéricos (9.787/1999), o país passou a ver, ano após ano, esse produto crescer e se tornar o preferido dos brasileiros. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (ProGenéricos), os medicamentos desta classe cresceram 5% nas vendas em 2023, totalizando 1,9 bilhão de unidades comercializadas. As categorias mais comuns foram aquelas para tratar doenças crônicas, como hipertensão, colesterol e doenças do sistema nervoso central. 

Conforme a ProGenéricos, a legislação prevê que os genéricos sejam, pelo menos, 35% mais baratos que os medicamentos de referência. Na prática, porém, esses produtos chegam a ter preços 67% menores.  

Siga-nos no

Google News
Quer receber todo final de noite um resumo das notícias do dia?