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Parada gay em Madureira está sem patrocínio

RIO - Além do carnaval, outro evento que costuma atrair multidões está ameaçado. A um mês da parada, os organizadores do desfile LGBT de Madureira, o segundo maior da cidade, ainda não sabem como vão conseguir os R$ 370 mil necessários para a realização da festa. A Riotur, que costuma ajudar a captar patrocinadores, ainda não conseguiu apoio para a causa. O órgão já teria procurado quatro grandes empresas, mas não recebeu nenhuma resposta favorável.

Nesta quinta-feira, a organizadora do evento, Loren Alexander, disse ter ficado mais otimista depois que a prefeitura marcou uma reunião para segunda-feira, prometendo apresentar soluções. A parada precisa de patrocínio para montar torres de segurança e postos de saúde.

- Nós não queremos dinheiro público. O que precisamos é da ajuda da Riotur para captar patrocinadores, o que até agora não aconteceu - afirmou Loren.

Organizadores da passeata gay em Copacabana, marcada para 15 de outubro, também querem apoio da prefeitura, que ano passado colaborou com R$ 340 mil do R$ 1,5 milhão gasto. Esse ano, a contribuição ainda não foi confirmada.

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