RIO - Por trás das pichações e da falta de conservação, ainda dá para ver - ou pelo menos imaginar - a beleza do prédio da antiga Estação Ferroviária Barão de Mauá, conhecida como Leopoldina. Inaugurada em 1926, a construção, que vem se deteriorando ano após ano, está no meio de uma disputa judicial: estado, União e SuperVia brigam para decidir quem deve arcar com a restauração do imóvel. Esta semana, o imbróglio teve mais um capítulo: dois desembargadores do Tribunal Regional Federal do Rio anularam a sentença da que havia condenado a SuperVia a fazer os reparos no prédio histórico. Em sua decisão, o relator Luiz Paulo da Silva Araujo Filho, cujo voto foi seguido por outro magistrado, determinou que a concessionária instale suportes na marquise externa, para evitar seu desabamento, e que a União e o estado instalem redes de contenção na fachada, a fim de impedir a queda de reboco, além de restaurar o prédio.



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