Início Policial Padrasto é preso por estuprar enteada por quatro anos em Manaus: "A Colocava na cama em posições"
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Padrasto é preso por estuprar enteada por quatro anos em Manaus: "A Colocava na cama em posições"

Padrasto é preso por estuprar enteada por quatro anos em Manaus: "A Colocava na cama em posições"
Delegada Mayra Magna - Foto: Jander Robson/Portal do Holada

Manaus/AM - Um homem de 28 anos foi preso pela Polícia Civil do Amazonas, por meio da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (DEPCA), acusado de estuprar a própria enteada, uma criança de apenas 10 anos. A prisão ocorreu nesta segunda-feira (6), no bairro Tancredo Neves, zona leste da capital.

De acordo com a delegada Mayara Magna, responsável pelo caso, a mãe da vítima descobriu os abusos no último sábado (4). “Ela desconfiou porque a garagem estava trancada. Ao abrir a porta, encontrou o padrasto com o zíper aberto e a roupa da criança desarrumada. A mãe chamou a filha para conversar e ouviu dela que vinha sendo abusada desde os seis anos de idade”, relatou.

A mulher, que estava casada com o homem há aproximadamente seis anos, procurou imediatamente a delegacia e denunciou o companheiro. Ela também se separou do suspeito, com quem tem uma filha de 6 anos.

Segundo a investigação, a vítima contou que os abusos aconteciam principalmente à noite, quando a mãe saía para trabalhar. “Ele colocava a criança na cama, fazia posições que ela não queria e a ameaçava. Inclusive, no sábado, horas antes de ser descoberto, ele voltou a abusar da vítima”, afirmou a delegada.

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O suspeito confessou os crimes em detalhes durante o interrogatório e disse estar arrependido. Ele já respondia por tráfico de drogas e cumpria pena em regime aberto. Agora, será processado por estupro de vulnerável e deve retornar ao regime fechado.

Um fato importante é que a polícia também irá investigar se a filha do acusado também foi vítima de abuso, já que a irmã disse que sempre afastava o homem da criança quando o via se aproximar. "Todas as vezes que eu consegui vê-lo perto, eu afastava", disse ela.

Para a delegada, a postura da mãe foi essencial para a denúncia : “A resposta da mãe foi muito rápida. Ela acreditou na filha, registrou o boletim de ocorrência e separou imediatamente a criança do agressor. Esse apoio foi fundamental para que a vítima tivesse coragem de contar”, concluiu a delegada.

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