Começou na manhã desta quarta-feira (10), o julgamento de Luis Felipe Manvailer, acusado de matar a própria esposa, a advogada Tatiane Spitzner no Paraná.
Felipe está preso há mais de dois anos e responde por homicídio qualificado por motivo fútil e qualificadoras de feminicídio e morte por asfixia. Eles teria espancado brutalmente a mulher e jogado ela pela janela do prédio onde morava em Curitiba.
A defesa do réu tem sustentado a confissão de agressão, mas nega que Manvailer tenha asfixiado ou jogado a mulher do prédio. O professor de Educação Física também acusa a família de Tatiane de influenciar o depoimento de testemunhas.
A acusação diz que as provas são sólidas contra Manvailer e que vizinhos ouviram os gritos de Tatiane enquanto a mesma era espancada e morta, além de terem visto Felipe carregar o corpo de volta para dentro do apartamento. Além disso, mensagens trocadas entre Tatiane e amigas mostram que as sessões de espancamento eram constantes e que ela tinha medo do marido e pretendia deixá-lo.
Enquanto o julgamento acontece do lado de dentro do Fórum de Guarapuava, na região central do Paraná, familiares e amigos fazem uma manifestação do lado de fora pedindo a condenação dele. O destino do acusado pode ser definido hoje e está nas mãos de 7 jurados, seis homens e uma mulher.



