A família informou que Cristiana morava com uma mulher identificada apenas como Mônica. Ela seria cafetina e alugava quartos para estrangeiras que faziam programas.
A jovem foi morar na Europa quando tinha apenas 18 anos, época em que a irmã vivia na Itália, e se casou no país. O escritório do Itamaraty em Belo Horizonte não quis revelar as circunstâncias da morte.
As suspeitas iniciais são de que a mineira morreu em decorrência de uma overdose de cocaína durante um programa com dois homens.

