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Funcionários da Esbam são presos por suspeita de venda de cursos falsos

Sócios estão foragidos

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Funcionários da Esbam são presos por suspeita de venda de cursos falsos
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Manaus/AM - A polícia prendeu na manhã dessa terça-feira (19), Ellen da Silva Santos, 33, Meyre Jane da Silva, 49, Valdir Pavanello Junior, 33, e Núbia Batista Pinheiro suspeitos de participarem de esquema criminoso que vendia falsos cursos de graduação em ao menos 15 município no interior do Amazonas.

Segundo a PC, entre os envolvidos estão funcionários da instituição de ensino superior Esbam que usavam o nome da faculdade para aplicar os golpes. Segundo o delegado Marcelo Martins, os suspeitos ofereciam cursos de extensão como se fossem cursos de graduação e emitiam boletos com cobranças das mensalidades e diplomas.

De acordo com o delegado, o esquema era comandado por Ellen, que coordenava um dos setores da unidade de ensino e Valdir, coordenador de curso. Núbia e Meyre ajudavam na operação, enquanto Marivaldo Carvalho Fonseca, 50, Fabiano Lima da Silveira, 30, foragidos até o momento, eram responsáveis por abordar as vitimas e oferecer os cursos no interior. No total,  o grupo desviou mais de R$ 1 milhão dos cofres da unidade de ensino, parte do valor foi recuperado pela Justiça.

Conforme Martins, as investigações tiveram início a cerca de um mês, quando os sócios proprietários da faculdade pediram intervenção judicial por desconfiarem de irregularidades praticadas pelos sócios Amós Alves e Rubens Júnior. As suspeitas foram confirmadas e a polícia conseguiu desarticular o esquema através da Operação Incautos. Os sócios também estão foragidos, mas a polícia já divulgou a imagem deles, confira:

Matins explica que a partir de agora, os acusados vão responder por organização criminosa, estelionato, falsidade ideológica, furto qualificado, dano, lavagem de dinheiro, ocultação de patrimônio e desobediência judicial. Como a Esbam também foi vítima, deve continuar operando em Manaus, sob a direção dos outros donos. Segundo a polícia, as vítimas devem ser ressarcidas durante o processo, a maioria delas são de Presidente Figueiredo, Anamã, ANori, nhacundá, Apuí, Autaz Mirim, Careiro, Caapiranga, Beruri, Borba, Barcelos, Careiro da Várzea e Belo Monte, no Pará.

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