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Criminosos usavam transformadores no Amazonas para enviar drogas para o Brasil

Criminosos usavam transformadores no Amazonas para enviar drogas para o Brasil
Criminosos usavam transformadores no Amazonas para enviar drogas para o Brasil

Manaus/AM - A polícia falou, na manhã de hoje (30), sobre a apreensão de 130 quilos de drogas que seriam enviados do Amazonas para outros estados dentro de transformadores de energia. A carga apreendida está avaliada em mais de R$ 1 milhão.

De acordo com o delegado Ericson Tavares, o material foi encontrado enquanto a polícia apurava a denúncia sobre a venda de entorpecentes em uma casa na rua Fábio Lucena, no bairro Dom Pedro, na zona centro-oeste.

Foto: Jander Robson/Portal do Holanda
No local morava um casal que não foi encontrado, pois a mulher não estava na casa e o homem saiu correndo pelos fundos e conseguiu fugir, mas como deixou documentos para trás, já foi identificado pela polícia.

“Essa investigação começou há algumas semanas. Nós descobrimos que o modus operandi de determinada quadrilha é que eles estão enviando drogas dentro de transformadores e eles botam cimento dentro para poder esconder dos cães farejadores. Eles botam dentro caminhões que vão para balsas e essas balsas descem para vários estados do Brasil”, diz Ericson.

Nesse caso, a embalagem chamou a atenção da polícia. Isso porque além de ser embalada a vácuo, os pacotes traziam uma foto do narcotraficante Pablo Escobar, e também vários tipos de marcas d’água.

“Chegamos nessa casa que embalava as drogas. Eles embalava, colocavam a marca d’água (...) Lá tinha um monte de papel impresso com a figurinha em cima da droga e as marcas d’água, dessa quadrilha”, ressalta.

Conforme o delegado, as drogas tinham como destino estados como Rio de Janeiro, Pernambuco, Rio Grande do Sul, São Paulo e outros.

Além do morador da casa, que fugiu, os investigadores já conseguiram identificar outros envolvidos.  A polícia apura ainda se funcionários da empresa que fabrica os transformadores podem estar envolvidos ou se os criminosos adquiriam as carcaças de outra forma e preenchiam com as drogas e o cimento.

 

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