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Chefe do CV de Manaus, “Gringo”, está entre mortos na megaoperação no Rio

Chefe do CV de Manaus, “Gringo”, está entre mortos na megaoperação no Rio
Chefe do CV de Manaus, “Gringo”, está entre mortos na megaoperação no Rio

Manaus/AM - Novos nomes das vítimas da megaoperação no Rio de Janeiro foram divulgados nesta sexta-feira (31). Entre os mortos estão dois chefes da facção criminosa Comando Vermelho (CV) em Manaus: “Gringo” e “Chico Rato”. Com sete pessoas identificadas, o Amazonas é o terceiro estado com mais mortos na megaoperação.

Francisco Myller Moreira da Cunha, conhecido como “Gringo”, era natural de Eirunepé, no interior do Amazonas, e completou 32 anos um dia antes de ser morto. Ele estava foragido desde abril de 2024, com um mandado de prisão preventiva por homicídio e organização criminosa.

Douglas Conceição de Souza, conhecido como “Chico Rato”, de 32 anos, havia sido condenado a 40 anos de prisão por duplo homicídio em 2019, ele também respondia por outros crimes e cumpria pena em regime semiaberto. Segundo a polícia, Chico Rato era aliado de João Branco, ex-líder da extinta Família do Norte (FDN). Após o enfraquecimento da FDN, passou a integrar o Comando Vermelho (CV), onde ganhou destaque na hierarquia.

Segundo o secretário de Polícia Civil, Felipe Curi, os complexos da Penha e do Alemão se tornaram o principal quartel-general do Comando Vermelho no país, de onde partem decisões e ordens para as demais regiões onde a facção atua. Também foram confirmadas as mortes de outros chefes da facção em diferentes estados, entre eles DG e FB (BA), Fernando Henrique dos Santos e Rodinha (GO), Mazola (BA), PP (PA) e Russo (ES).

Das 99 vítimas já identificadas entre os 117 mortos, 78 tinham histórico criminal, sendo 42 foragidos e 39 oriundos de outros estados. A operação, que mobilizou cerca de 2.500 agentes das polícias Civil e Militar, tinha como objetivo desarticular o Comando Vermelho e cumprir 100 mandados de prisão e 150 de busca e apreensão. Além dos suspeitos, quatro policiais – dois civis e dois militares – também morreram na ação.

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