A empresa tem como representante Carlos Frederico Sales da Silva. A agência é apontada como o plano B da Jobast. Foi a própria Luana Bastos, diretora da agência, quem acompanhou Carlos Frederico na conferência dos documentos durante todo o dia de ontem na CGL.
Depois de prestar serviços por oito anos ao Governo do Amazonas, a Jobast não está entre as licitantes. A razão foram as 18 notas frias no valor de R$ 500 mil cada uma. apreendidas pela Polícia Federal na sede da empresa, dia 18 de março, numa operação comandada pelo delegado de Repressão a Crimes Fazendários, Domingos Sávio,.
Além da “Pavulagem”, as empresas que continuam concorrendo são Kintaw Publicidade, Ohana, Mene Money, Saga, Tape, R2, I’am Produções de Goiás, Debrito de São Paulo; Focus e a RGA Comunicação.
Vinte e duas empresas retiraram o edital de licitação da concorrência pública para a escolha das três agências que ficarão com a conta de publicidade de R$ 44 milhões do Governo do Amazonas.
Das 12 empresas que compareceram à solenidade de abertura dos envelopes, apenas a empresa “Nosense”, do publicitário Mauro Freire foi desclassificada porque o nome da empresa estava impresso em documento cuja proposta não poderia ser identificada.
O resultado final deverá ser conhecido na quarta-feira, 22.

