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Um país traumatizado: conheça histórias do trágico terremoto no México

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CIDADE DO MÉXICO - O que abalou o México na terça-feira já deixou mais de 220 mortos no país. No entanto, as operações ininterruptas desde a catástrofe e a onda de solidariedade que se espalhou entre os mexicanos continua a motivas as equipes de resgate e os voluntários que se disponibilizam a ajuda as vítimas. Conheça a história de alguns sobreviventes:

Um táxi que passava embaixo de uma passarela na Cidade do México, na via expressa Periférico Sur, foi atingido em cheio pela estrutura, que desabou com o terremoto. O impacto destruiu o veículo, mas o motorista acabou conseguindo escapar por uma das janelas, já que a porta não abria. Não há informações se o taxista teve ferimentos graves e foi encaminhado para algum hospital da região ou se saiu apenas aliviado por ter sobrevivido à tragédia.

Um cão da raça golden retriever foi resgatado dos escombros de um prédio na Cidade do México na tarde de terça, logo após o terremoto. O vídeo em que bombeiros e voluntários aparecem tirando o animal dos restos da construção, sem nenhum ferimento aparente, foi visto mais de um milhão de vezes e compartilhado por 46 mil usuários no Facebook. Após a retirada do cão, pessoas comemoram com gritos e palmas. Cães também têm sido usados para encontrar vítimas.

A atriz colombiana Juliana Galvis usou sua conta no Instagram para divulgar que estava a salvo junto com a filha, o marido e a mãe, que também viveram momentos de horror na Cidade do México. Com o rosto machucado, ela pediu que as pessoas rezassem por todos. “Estou tentando chegar em casa. A cidade está um caos!”, escreveu.

Diversas manifestações de solidariedade ao México percorrem as redes sociais desde a tarde de terça-feira. O ator Gael García Bernal e o diretor Guillermo Del Toro usaram o Twitter para mostrarem compaixão às vítimas, este último oferecendo a própria conta para avisos importantes. O apresentador da TV Mexicana Paul Stanley chegou a se voluntariar. Junto de amigos, seguiu para um prédio atingido na noite de terça, permanecendo até a manhã seguinte ajudando.

O cantor de folk mexicano Juan Cicerol, ao contrário de vários outros colegas no ramo da música, declarou que não se sentia exatamente triste com o terremoto. “Deveria sentir tristeza com o sismo no DF, mas não”, afirmou no Twitter, desculpando-se logo depois, após a enxurrada de críticas que recebeu. As reações contrárias ao comentário, no entanto, não cessaram e várias pessoas iniciaram um abaixo-assinado online pedindo a remoção da músicas do cantor do Spotify.

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