A publicação francesa detalhou uma dessas delicadas missões, que aconteceu em outubro de 2019, durante uma visita presidencial à Arábia Saudita. Um agente do FSO ficou responsável por recolher todo o excremento de Putin e guardá-lo em recipientes projetados para esse fim, com o objetivo de não deixar vestígios do presidente no país. Ao fim da viagem, as fezes e a urina foram transportadas de volta para Moscou em uma mala especial, disseram fontes indiretas do Oriente Médio.
A mesma prática teria ocorrido durante outra viagem oficial, em maio de 2017, à França, quando Putin se encontrou com Emmanuel Macron em Versalhes.
A provável causa do transporte escatológico seria evitar alguma possível ação de espionagem de governos estrangeiros, por meio da análise das fezes e da urina de Putin. Segundo a publicação, a operação também teria por objetivo impedir que serviços de inteligência descobrissem alguma possível doença do presidente russo.




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