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Líderes mundiais vão da acidez à tristeza em reações a renúncia de Liz Truss

SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - As reações à renúncia de Liz Truss ao cargo de primeira-ministra do Reino Unido nesta quinta-feira (20) foram quase imediatas. Algumas delas penderam para a acidez, sucedendo semanas de fritura humilhante da britânica no Parlamento e na imprensa.

Foi o caso da fala da porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, Maria Zakharova, que disse que "o Reino Unido nunca conheceu desgraça maior como primeira-ministra".

Nas redes sociais, uma espécie de competição entre a sobrevivência política de Truss e a vida útil de uma alface transmitida ao vivo mostrava o vegetal exultante com a sua vitória, comemorada ao lado de uma garrafa de prosecco.

Outros nomes foram mais parcimoniosos, como o presidente francês, Emmanuel Macron, e o primeiro-ministro holandês, Mark Rutte, que expressaram tristeza pela saída da primeira-ministra. Veja abaixo a repercussão do anúncio:

"Agradeço à primeira-ministra Liz Truss por sua parceria em diversos assuntos, inclusive na responsabilização da Rússia por sua guerra contra a Ucrânia. Manteremos nossa estreita cooperação com o governo britânico, enquanto trabalhamos juntos para completar os desafios globais que nossas nações enfrentam"

Joe Biden

presidente dos EUA

"Queremos, acima de tudo, estabilidade. No âmbito pessoal, fico sempre triste de ver um colega partir"

Emmanuel Macron

presidente da França

"Você veja que a primeira-ministra da Inglaterra renunciou. E renunciou porque ela não tem tamanho para enfrentar o problema econômico que a Inglaterra tem"

Lula (PT)

ex-presidente e candidato à Presidência

"Se eu soubesse que organizar a cúpula poderia levar à demissão da primeira-ministra, eu teria organizado ela mais cedo"

Sadiq Khan, prefeito de Londres

durante cúpula de prefeitos em Buenos Aires

"Nosso país sempre teve uma relação especial com o Reino Unido, sem levar em conta a filiação partidária do nosso presidente ou a do primeiro-ministro deles. Isso vai continuar, independentemente de quem o Reino Unido escolhe"

Ron Klain

Chefe de Gabinete da Casa Branca

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