Kishida participou de uma videoconferência de líderes dos países do G-7 no domingo (8) para discutir sanções à Rússia e outras questões relacionadas à Ucrânia. O país asiático ainda não decidiu com que rapidez eliminará as compras ou quando a proibição total entrará em vigor, disse Kishida.
O Japão depende mais do gás natural russo do que do petróleo de Moscou. Kishida disse que a proibição de importação planejada se aplica, por enquanto, apenas ao petróleo porque o gás natural não foi especificamente mencionado na declaração do G-7, mas sugeriu que as importações de energia poderiam ser ainda mais reduzidas se o G-7 assim o exigir. Fonte: Dow Jones Newswires.




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