O G-7 acusou autoridades da região e do Partido Comunista chinês de terem aumentado o número de membros não eleitos ao Comitê Eleitoral de Hong Kong e reduzir "drasticamente" o contingente de cidadãos elegíveis para votar. Por isso, o grupo instou a China a cumprir com suas obrigações legais dispostas na Declaração Conjunta Sino-Britânica, assinada em dezembro de 1984 e que marcou o início do domínio chinês sobre Hong Kong após o período de administração britânica.
"O atual processo de eleição e a nomeação resultante são um desvio radical do objetivo do sufrágio universal e corrói ainda mais a capacidade dos habitantes de Hong Kong de serem legitimamente representados. Estamos profundamente preocupados com essa erosão constante dos direitos políticos e civis e da autonomia de Hong Kong", completaram os ministros do G-7.




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