O texto destaca o fato de que, "com base nas informações disponíveis", a candidata indicada pela oposicionista Plataforma Unitaria, Corina Yoris, foi impedida de se registrar na disputa, mesmo sem que houvesse decisão judicial que o justificasse, "o que não é compatível com os acordos de Barbados". E lembra que não houve explicação oficial até agora para o impedimento. Os Acordos de Barbados, firmados em 2023, foram fechados por governo e oposição na Venezuela, prevendo eleição presidencial no país, sob observação internacional.
Ao mesmo tempo, o comunicado também recorda que 11 candidatos ligados à oposição ao presidente Nicolás Maduro conseguiram o registro, entre eles o atual governador de Zulia, também da coalizão de partidos oposicionistas Plataforma Unitaria.
O Brasil diz que renova seu compromisso para cooperar para que a disputa anunciada para 28 de julho seja "um passo firme para que a vida política se normalize e a democracia se fortaleça na Venezuela, país vizinho e amigo", diz o comunicado. O texto ainda reitera repúdio a "quaisquer tipos de sanção que, além de ilegais, apenas contribuem para isolar a Venezuela e aumentar o sofrimento do seu povo".



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