O tribunal apontou nesta segunda-feira que Daniel Galvan Viña não será enviado ao Marrocos porque um acordo bilateral prevê que cidadãos dos dois países não podem ser extraditados um para o outro.
A corte afirmou, entretanto, que vai iniciar um processo para garantir que Galvan cumpra sentença em uma prisão espanhola.
Mesmo após a condenação, o espanhol foi perdoado pelo rei do Marrocos, Mohammed VI, em julho. Galvan, porém, foi detido na Espanha dias depois de o líder marroquino cancelar a decisão em meio a protestos da população de seu país. Fonte: Associated Press.


