Em visita à Espanha, o líder disse que tratou com o presidente de governo do país, Pedro Sánchez sobre a possibilidade de a Argentina destinar gás liquefeito à nação europeia, em meio a crise de energia do continente. Segundo Fernández, um acordo é possível, e a distribuição seria feita da Espanha para o resto da Europa. "É um projeto que temos para os próximos três anos e somos nós que precisamos de financiamento. Temos uma parte com empresários locais e precisamos de um pouco mais de financiamento e a oportunidade", afirmou o argentino.
Segundo ele, o país está desenvolvendo um primeiro gasoduto, que já começou a ser licitado. "Isso nos permitirá não ter que importar mais do que em outros lugares do mundo e fornecer autossuficiência", disse. "Temos que construir um segundo gasoduto para construir uma planta de liquefação, ou seja, para converter gás natural em gás liquefeito. Isso leva três ou quatro anos, pelo menos", apontou o presidente.
Sobre a agenda ibero-americana, Fernández afirmou que é necessário que "paremos de discutir o que as pessoas votam em cada país". Segundo ele, "agora estamos em um ponto em que não temos que discutir no que as pessoas votam. Temos que discutir como nos unimos porque percebemos o que acontece com a América Latina quando estamos desunidos".
A viagem à Europa de Fernández contará ainda com parada na Alemanha, onde se encontrará com o chanceler federal, Olaz Scholz, e agenda na França, quando se reunirá com o presidente Emmanuel Macron.




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