O monumento em homenagem à Ponte Sobre o Rio Negro (na Avenida Brasil, bairro Compensa) conseguiu descartar um viaduto que desafogaria o trânsito no local. A obra, realizada e entregue durante a gestão de Eduardo Braga como governador, impede que um complexo viário, previsto originalmente nas obras da Ponte, possa ser executado.
O viaduto desafogaria o futuro tráfego que se formará quando a Ponte foi inaugurada, já que o escoamento dos carros terá que ser feita por uma estreita rua, que já tem problemas de trânsito. "O congestionamento acontecerá no trecho entre a Estrada da Estanave que chega à Avenida Brasil. Se a Ponte for entregue desta maneira (sem o viaduto), teremos congestionamento" afirma o doutor em planejamento de transportes, Geraldo Alves.
O viaduto desafogaria o futuro tráfego que se formará quando a Ponte foi inaugurada, já que o escoamento dos carros terá que ser feita por uma estreita rua, que já tem problemas de trânsito. "O congestionamento acontecerá no trecho entre a Estrada da Estanave que chega à Avenida Brasil. Se a Ponte for entregue desta maneira (sem o viaduto), teremos congestionamento" afirma o doutor em planejamento de transportes, Geraldo Alves.
Para Renê Levy, secretário da Região Metropolitana de Manaus, uma alternativa estudada é uma rotatório no entorno da área onde está o monumento, já que o viaduto está descartado. O problema é que o local pertence ao Exército e será preciso. Segundo ele, uma reunião será marcada com os militares para se discutir o assunto.
