Início Manaus TJAM mantém indenização de R$ 139 mil à Escola de Samba Andanças de Ciganos em Manaus
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TJAM mantém indenização de R$ 139 mil à Escola de Samba Andanças de Ciganos em Manaus

TJAM mantém indenização de R$ 139 mil à Escola de Samba Andanças de Ciganos em Manaus
TJAM mantém indenização de R$ 139 mil à Escola de Samba Andanças de Ciganos em Manaus

Manaus/AM - Em processo julgado pela Segunda Câmara do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), na segunda-feira (3), foi negado recurso da Fundação Municipal de Cultura, Turismo e Eventos (Manauscult) contra decisão favorável ao Grêmio Social Recreativo Escola de Samba Andanças de Ciganos.

O processo se trata de Ação Indenizatória, em que a Manauscult foi condenado a indenizar a escola de samba no valor de R$ 99.582,00, pela ausência de formalização do repasse previsto na Chamada Pública n.º 012/2015 – Manauscult, para o carnaval de 2016 do Grupo Especial, bem como ao pagamento de R$ 40 mil, por dano moral.

A decisão que negou provimento ao recurso da Manauscult foi unânime, no processo de relatoria do desembargador Wellington Araújo, mantendo-se a sentença de 1.º Grau favorável à agremiação, proferida pela 4.ª Vara da Fazenda Pública.

Conforme os autos, o repasse dependia de prestação de contas de recursos repassados anteriormente e, de acordo com a sentença, a Andanças de Ciganos comprovou a regularidade das obrigações; quanto a processo em trâmite no Tribunal de Contas, observou que por não ter condenação significaria a “ausência de irregularidade de sua habilitação”.

“Por tais constatações, imperioso declarar a ilegalidade do ato da fundação ré, em não promover o repasse financeiro para o carnaval de 2016 para o Grêmio Social Recreativo Escola de Samba Andanças de Ciganos, porquanto a referida escola de samba restou devidamente habilitada, nos termos do edital da Chamada Pública n. 012/2015 – Manauscult, para o recebimento do patrocínio público”, afirmou na sentença o juiz Paulo Feitoza.

Em relação ao dano moral, o magistrado considerou que “a desclassificação da autora sob o argumento de ser esta inadimplente, com a consequente exposição desta a todos os seus fornecedores e empregados reporta à clara ofensa à sua imagem, à sua confiabilidade, à sua honra objetiva. Assim, tem-se eu verdadeiramente configurado o dano moral, sendo necessária a condenação do réu ao pagamento de indenização”.

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